“Pancho: Outras Formas e Olhares” – Sónia Sultuane e Jorge Dias

Teve lugar, no dia 19 de Novembro de 2018, em Maputo, a exposição de arte intitulada “PANCHO outras formas e olhares” de Sónia Sultuane e Jorge Dias, que decorreu no Museu Nacional de Arte (MUSARTE). O #BCI como impulsionador da arte e cultura moçambicana não poderia deixar de apoiar esta iniciativa de louvar.
#BCIdaqui #BCIapoia #ArtistaDaqui #SóniaSultane #OmelhorVemDaqui

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Pedro Martins | Repórter RTP – Exposição Pancho Guedes|26 Nov. 2018

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Baixar Catálogo da Exposição | Pancho: Outras Formas e Olhares | PDF 8.3MB

Noventa alunos do Instituto Politécnico Global visitaram, Quarta-Feira, dia 13 de Fevereiro de 2019, a exposição “Pancho: Outras formas e olhares”, da autoria de Sónia Sultuane e Jorge Dias, patente desde o dia 23 de Janeiro de 2019, no Auditório do Edifício-Sede do #BCI. Esta visita, refira-se, enquadra-se no âmbito do programa curricular deste instituto, e tem em vista permitir que os alunos aprendam as diferentes manifestações artísticas e formas arquitectónicas.
#BCIdaqui#BCIapoia

 

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Edifício-Sede do BCI em Maputo | Foto de Paulo Alexandre

Teve lugar, Sexta-Feira, 15 de Fevereiro de 2019, no Auditório do Edifício-Sede do #BCI, em Maputo, o encerramento da exposição de arte dos artistas Sónia Sultuane e Jorge Dias, intitulada “Pancho: Outras Formas e Olhares”. Nesta cerimónia, para além de ter sido anunciada a oferta do quadro “7 Vidas”, de Sónia Sultuane, à oncologia do Hospital Central de Maputo, o arquitecto moçambicano Júlio Carrilho proferiu uma palestra sobre a relação entre a aquitectura e a arte.
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Exposição Pancho Guedes: Outras Formas e Olhares – Ilha de Moçambique (17 de Setembro de 2019)

PRORROGADA A EXPOSIÇÃO: PANCHO GUEDES: OUTRAS FORMAS E OLHARES, NA MEDIATECA DO BCI, NA CAPELA DO MUSEU DA ILHA DE MOÇAMBIQUE E NA GALERIA VILLA SANDS POR MAIS 30 DIAS – ATÉ 17 DE NOVEMBRO DE 2019.

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É uma mistura de emoções voltar aos sítios onde um dia fui bebé e menina, voltar hoje a esses mesmos lugares como artista é um sentimento indescritível. É a oportunidade de me reencontrar, de resgatar não só as minhas memórias mas também de reencontrar-me como Ser, como espírito como alma, é puder novamente atravessar a ponte que liga o ontem ao amanhã, é puder navegar num dos lugares mais bonitos da minha memória, a minha infância, a minha inocência.

VISITAS GUIADAS
Pancho: Outras formas e olhares

Ontem foi de facto uma das visitas guiadas mais enriquecedora que fiz nestes quase três meses de exposições/visitas.
Vi e ouvi pelos outros, OUTROS OLHARES sobre Pancho, e vi no meu trabalho pelo olhar dos outros OUTRAS FORMAS.
Perceber que Malangatana, Victor de Sousa, formas curvilíneas, fórmulas de biologia molecular, formas de genética, Gaudi, o catolicismo o islamismo e tantos outros elementos e referências “poderão” fazer parte desse meu mundo imaginário de Pancho, foi realmente enriquecedor, e principalmente, aprendi a olhar com os olhos dos outros, OS MEUS PRÓPRIOS OLHARES e FORMAS.
A qualidade do conhecimento e da partilha fez-me novamente respeitar, reflectir e perceber que a arte é uma porta para a aproximação das pessoas para a sua própria evolução a sua própria descoberta e acima de tudo de uma profunda comunhão entre os seres humanos, entre as culturas, os povos, a religião e acima de tudo das diferenças entre as pessoas, sejam elas quais forem.
A arte tem o condão de unir a alma, o coração a bondade e acima de tudo o sonho individual e o sonho colectivo.
Eternamente grata a todos que vieram passar a manhã de sábado comigo, falando, respirando e admirando a arte e os artistas, com um agradecimento muito especial ao Eng. Álvaro Henriques.