Destaques

ARTE NO CÁLICE

A Stella Artois relança em Moçambique a 2ª edição da Arte no Cálice com o apoio da Galeria Kulungwana.
Cada cálice é uma obra de arte. Uma colecção de cálices apaixonantes e exclusivos, interpretados pela visão de 3 talentosas artistas Moçambicanas: Lica, Sónia e Jesse.

As peças de arte serão expostas e vendidas em restaurantes da Cidade de Maputo, estando acessíveis a todos. Por cada cálice vendido, a Stella Artois irá triplicar o valor da venda, revertendo a 100 % a favor das artistas.

Nas mãos certas qualquer elemento se transforma em Pura Arte.

Visite a página abaixo e esteja atento as novidades.

https://www.artenocalice.com/home-1

ARTE NO CÁLICE

“Quando a Arte é Pura, a magia acontece” Sónia Sultuane

Fica atento para juntos embarcarmos nesta jornada artística com @Lica.Sebastiao, @Sonia.Sultuane e @JesseJsJane_art.
#ArteNoCálice #PuraArte  #AVidaArtois  #StellaArtois #LicaSebastiao #SoniaSultuane  #JesseJane @stellaartoisafrica

REVISTA “OFF THE RECORD”

A minha participação na Revista “Off the Record” com o texto: Mosaico.

http://www.offtherecordonline.cl/

EXPOSIÇÃO INDIVIDUAL “O LUGAR DAS ILHAS” – CENTRO CULTURAL PORTUGUÊS DA BEIRA

19 de Agosto / 23 de Setembro de 2022

A exposição O Lugar das Ilhas, surgiu a partir das suas visitas recentes à Ilha de Moçambique. Um lugar da infância revisitado, associado a memórias, talvez adormecidas, talvez apenas à espera de serem ativadas, diferente dos lugares das suas próprias experiências de viagem, um lugar que ganhou contornos imaginários e que foi transformado em realidade a partir do que viu e sentiu. Não utilizou, desta vez, a escultura, a fotografia ou o aglomerado de madeira. Recorreu à capulana, em si mesma um objeto real, quase um readymade, traje de todos os dias e também de cerimónias, de que se apropriou, e em cuja superfície integrou, colando, um sem número de elementos e pequenos mosaicos para criar outras formas de representação desse lugar revisitado. A partir do objeto capulana, apropriado e recriado, refere-se, nas diferentes séries apresentadas, ao passado e à arquitetura da Ilha, às portas e janelas (nem os arquitetos foram capazes de lhes resistir) simbólicas que se abrem para criar novas relações entre nós, os sujeitos, e os espaços, para falar das diferentes culturas presentes, contar histórias, estimular a nossa imaginação, para refletir e questionar o que conhecemos e o que nos rodeia. Para nos convidar a dizer “aquilo que se vê” e a ver “aquilo que se vê”. E é isso que importa, e a delicadeza do labor, não a simplicidade dos materiais usados ou o suporte encontrado para chegar à linguagem escolhida para comunicar connosco. Tão pouco a originalidade, autenticidade ou autoria, assuntos desde há muito desafiados por quem se interroga e questiona, no seu trabalho, a natureza e a própria definição de arte.

Alda Costa

CHAMADA PARA PUBLICAÇÃO – ANTOLOGIA POÉTICA “BLASFÊMEAS – SANGUE E VERBO”

Noémia de Sousa, a “Mãe dos poetas moçambicanos”, no seu icónico poema “Súplica”, grita: “Tirem-nos tudo/ mas deixem-nos a música!” E se a Noémia tivesse dito POESIA? É evidente que música também é poesia. Voz densa e afiada, que representa a resistência da mulher moçambicana [e negra e africana], Noémia inspirou e continua a inspirar poetas de várias gerações. Moçambique, “Pátria de poetas”, ainda fez nascer e ouvir as vozes de Glória de Sant’anna, Clotilde Silva, Sónia Sultuane, Lica Sebastião, Emmy Xis, Rinkel e, mais recentemente, Hirondina Joshua e Énia Lipanga, entre pouquíssimas outras.

Esta chamada, iniciativa da Gala-Gala Edições, visa dar a conhecer o trabalho de novas vozes da poesia escrita por mulheres em Moçambique, para quem, a poesia e a música fizeram sempre parte do seu quotidiano, mas não antes tiveram a oportunidade de publicar em livro. Por isso “BlasFêmeas”, pois queremos que este seja um acto de heresia, de emponderamento, de liberdade, de pôr as novas poetisas [ou mesmo poetas] a declamarem sobre os seus amores, as suas liberdades, lutas e direitos.

O subtítulo, “Sangue e verbo”, é igualmente inspirado em Nóemia [“Sangue negro”], que faleceu aos 76 anos, em 2002, e presta-lhe homenagem. A antologia publicará 2 poemas de 38 novas autoras, em edição imprensa, entre Dezembro de 2022 e Março de 2023. Para tal, cada autora deverá enviar 2 poemas de, no máximo, 4 páginas. A selecção final das contempladas será escrutinada pelas poetisas Sónia Sultuane e Emmy Xis, que assinam a curadoria.

Os textos deverão ser enviados para o e-mail galagalalivros@gmail.com, com a epígrafe no assunto: ANTOLOGIA BLASFÊMEAS. No mesmo documento, a seguir os poemas, deverá ser apresentada uma breve nota biográfica, de até 8 linhas.

A chamada é somente válida para autoras que ainda não publicaram livros. Podem ainda participar poetisas anteriormente antologiadas. As autoras seleccionadas serão comunicadas por correio electrónico e receberão duas cópias do livro.

Os materiais poderão ser enviados entre os dias 20 de Julho e 20 de Setembro, dia de nascimento de Noémia de Sousa. Não serão consideradas inscrições fora deste prazo.

Esta iniciativa conta com o apoio da Casa do Professor, da plataforma Mbenga – artes e reflexões, do Diário de uma Qawwi, do sarau Palavras são Palavras e do Clube de Leitura de Quelimane.

Fonte: Diario de uma qawwi

Para mais detalhes veja o cartaz da chamada.

UMA POÉTICA DOS AFETOS MOVE A RODA DAS ENCARNAÇÕES, DE SÓNIA SULTUANE

Quintal da Língua Portuguesa

Partilhando. Grata pelo convite, uma grande honra. #quintalinguaportuguesa

A artista moçambicana Sónia Sultuane é a convidada do Quintal da Língua Portuguesa. O encontro será no dia 18 de junho, às 14h (Brasília) / 18h (Lisboa e Luanda) / 19h (Maputo), via plataforma Zoom e será mediado pela quintaleira Luciana Salles.
🖍Inscrições: https://www.lojaquindim.com/product-page/quintal-da-l%C3%ADngua-portuguesa-sónia-sultuane
Sónia foi homenageada com o Prêmio Femina, destinado às mulheres que tenham distinguido com mérito ao nível profissional, cultural e humanitário pelo mundo, pelo conhecimento e pelo relacionamento com outras culturas.
O Quintal da Língua Portuguesa é uma realização do Instituto de Leitura Quindim em parceria com a Kacimbo, O Bichinho de Conto, Associação Literária Kulemba e Clube de Leitura de Quelimane. Essa edição está imperdível!
SOBRE A CONVIDADA:
Sónia é considerada uma artista multifacetada: é poeta, escritora, artista plástica e curadora. Além disso, tem contribuído em áreas como a música, a dança, a moda e a fotografia. As ações artísticas dela começaram aos 13 anos de idade. Em 2001, publicou o primeiro livro “Sonhos”, seguido pelas obras “Imaginar o Poetizado” (2006), “No Colo da Lua” (2009), “A Lua de N’weti” (2014) e “Celeste, a boneca com olhos cor de esperança” (2017). Entre os principais temas das obras da autora estão a retratação da posição das mulheres na sociedade moçambicana e as circunstâncias presentes, e também na dialética entre as comunidades multirreligiosas. Ela descreve as obras de sua autoria como transdisciplinar e muitos dos poemas possuem formas plásticas.

Light me, Enlight me, arte que se veste.

…Regressei a Moçambique e resolvi reacender a paixão, desenhar Arte que se veste, produzir peças únicas e exclusivas também, com materiais pouco usuais, materiais e objectos que transgridem completamente a sua utilização e a sua função, e principalmente tentar sempre alterar a sua forma original. Ou então, dar-lhes uma segunda vida. 
Mas o que me move mesmo, neste projecto Arte que se veste, é a possibilidade de inspirar outras pessoas e partilhar, de alguma forma, outras possibilidades de encarar as coisas, mudar o nosso olhar em relação ao que nos rodeia, e a forma como observamos o mundo, como podemos, do nada, fazer magia. A criatividade e a beleza estão nos olhos de quem as sente por dentro. Sejamos todos belos!
Criei o Be2 souls, um conceito inspiracional e mais ligado à moda, e a minha intenção é, sempre que for oportuno, trazer um outro artista para trabalhar comigo…

Projecto “Arte No Cálice”

Não podia celebrar o Dia Mundial da Arte de forma melhor.

Foi uma emoção receber, pelas mãos mágicas da @reinatasadimbaoficial, este cálice icónico. E anuncio assim, orgulhosamente, a minha participação na 2ª edição do projecto “Arte No Cálice”. É uma oportunidade única de promover a arte moçambicana de forma diferenciada.

Será um prazer pôr as minhas mãos, a minha arte e toda a minha vontade neste cálice icónico ao lado de outras duas artistas espetaculares, a @lica.sebastiao e @jessejsjane_art .

Visitem as páginas da @tailacarrilho @carmenmariamuianga e @reinatasadimbaoficial para ver como foi a primeira edição. �

#ArteNoCálice#PuroMalteÉPuraArte#StellaArtois#DiaMundialDaArte#BebeDeFormaResponsável

Global Womenice Summit 2022

Com muita honra participarei no Global Womenice Summit 2022 – Conferência Global de Liderança cujo tema é Homens e Mulheres Líderes pela Inclusão do Género e Diversidade.

Revista Piparote

Café com Português – Sarau Literário

Para o próximo convidámos a Sónia Sultuane, poeta, escritora, artista plástica e curadora.

Sónia Sultuane tem cinco obras publicadas, Sonhos (2001), Imaginar o Poetizado (2006), No Colo da Lua (2009), Roda das encarnações (2016) e O lugar das Ilhas (2021). Tem ainda dois contos infanto-juvenis, A Lua de N´weti (2014) e Celeste, a boneca com olhos cor de esperança (2017).

@soniasultuane

Encontro gratuito, só tem de fazer a inscrição.

Inscrições através do formulário abaixo

Lítero-musical “O Lugar das Ilhas”

Lítero-musical O Lugar das Ilhas em homenagem aos 20 anos de carreira de Sónia Sultuane, escritora, artista plástica, cronista e curadora. Também por ocasião do seu aniversário, dia 4 de março, dia da homenagem. Participação do actor Expedito Araujo e do músico Cheny Wa Gune que apresentarão na Galeria do CCBM uma récita a partir de poemas selecionados do seu último livro, que dá nome a este evento.

O evento também contará com um bate-papo mediado pelo artista plástico e curador Jorge Dias com a presença de Sónia Sultuane seguida de sessão de autógrafos.

CELESTE, A BONECA COM OLHOS VERDES DE ESPERANÇA: O IMAGINÁRIO INFANTIL DE SÓNIA SULTUANE

Sávio Roberto Fonseca de Freitas

O objetivo deste estudo é desenvolver uma análise da obra literária infantil Celeste, a boneca com olhos cor de esperança (2017), da escritora moçambicana Sónia Sultuane. Movida pela sensibilidade ocular desbravadora de mundos e de humanitarista declarada, Sónia Sultuane faz migrar a poesia para a literatura infantil. Joana é uma personagem infantil que representa o exercício da solidariedade, da saúde coletiva e da consciência humaitária. Ao contar esta estória, Sultuane mostra que o mundo contemporâneo está muito tóxico e a literatura é um caminho para o exercício da humanidade. Alguns aspectos são levados em consideração na análise: a oralidade, o humanitarismo e o imaginário infantil no feminino. Como suporte teórico, ancoramos nossas análises em posicionamentos de: (CANDIDO, 2011, p. 172). (CHEVALIER; GHEERBRANT, 2006, p.653), (MOREIRA, 2005, p.31), (BACHELARD, 1990. p. 6), (SECCO, 2007, p.9-10) e (CHIZIANE&MARTINS, 2018, p.27).

Sessão de autógrafos

Este sábado dia 11 de Dezembro as 10:00h estarei na Fundação Fernando Leite Couto, para uma sessão de autógrafos pública do livro “ O lugar das ilhas”. Apareça. Um grande abraço.

Revista Índico – Novembro 2021

Escritora Sónia Sultuane participa de Festival da poesia no Brasil reconhecido pela Unesco
Com transmissão ao vivo através das plataformas digitais, próxima edição, que acontece dia 13 de novembro, abordará o tema “Lusofonia em Poesia” e contará com a participação de poetas do Brasil, Portugal, Angola, Cabo Verde e Moçambique
Poeta e artista plástica autodidata, Sónia Sultuane têm várias obras publicadas com destaque para seu último livro, editado em 2021, Walking Words – Palavras que andam, além de outros como “Roda das encarnações”, “No Colo da Lua”, “Imaginar o Poetizado” e “Sonhos”, além de dois contos infanto-juvenis: “Celeste, a boneca com olhos cor de esperança” e “A Lua de N´weti”. Faz parte das antologias “Antologia Universal Lusófona”, “Rio dos Bons Sinais”, “Zalala”, “Silêncios que Cantamos”, “Poesia Sempre” – publicada pelo Ministério da Cultura do Brasil -, e da Antologia Moçambicana “Nunca mais é sábado”, de autoria do escritor Nelson Saúte, publicada em Portugal. Em 2017, foi agraciada com o Prémio Femina 2017 – Mérito nas Letras: Literatura – Poesia em Portugal, destinado às notáveis mulheres oriundas de Portugal e dos países lusófonos que se destacam mundialmente nos setores profissional, cultural e humanitário.
O evento, que nesta edição terá como embaixador o escritor português Orima LeuNam, vai traçar um paralelo entre a produção poética brasileira – representada por nomes como do gaúcho Carlos Nejar, do paulista José Eduardo Mendes Camargo, da baiana Cláudia Eça, da capixaba Renata Bonfim, da sergipana Ísis da Penha, da mato-grossense Raquel Naveira e da roraimense Eliakin Rufino-, com o atual cenário de países lusófonos que também marcam presença com a participação do angolano John Bela, da caboverdiana Eilleen Almeida Barbosa e da moçambicana Hirondina Joshua.
Em sua 14º edição, o festival é uma iniciativa do Instituto Usina de Sonhos, fundado em 1995 pelo empresário e poeta José Eduardo Mendes Camargo com o objetivo de promover uma transformação positiva do ser humano por meio do desenvolvimento da criança e da comunidade por meio das mais variadas formas de linguagem, em especial a poética. A ideia é estimular o surgimento de novos talentos, despertar o interesse pela leitura e promover o desenvolvimento do pensamento crítico e de novas produções e manifestações culturais.
O projeto – reconhecido pela UNESCO, órgão das Nações Unidas para o Desenvolvimento da Cultura -, se faz presente em escolas públicas e particulares da cidade de Dois Córregos, por meio da adesão a concursos de poesias, nas indústrias onde funcionários são estimulados a produzir poesias e participar de concursos culturais e também na penitenciária feminina, onde contribui com a autoestima e a solução de conflitos entre as mulheres encarceradas.
Poetas participantes – 14º Festival de Poesias de Dois Córregos – Lusofonia em Poesia

BRASIL
José Eduardo Mendes Camargo – São Paulo
Carlos Nejar – Rio Grande do Sul
Raquel Naveira – Mato Grosso do Sul
Renata Bomfim – Espirito Santo
Eliakin Rufino – Roraima
Ísis da Penha – Sergipe
Cláudia Eça – Bahia

PAISES LUSÓFONOS
Orima LeuNaM – Portugal
John Bella – Angola
Eillen Barbosa – Cabo Verde
Sonia Sultuane – Moçambique
Hirondina Joshua – Moçambique

Serviço:
14º Festival de Poesias de Dois Córregos – “Lusofonia em Poesia”
13 de novembro de 2021 – 14 horas
Plataformas digitais:
www.usinadossonhos.org.br
Youtube: https://www.youtube.com/user/usidesonhos
Facebook: Usina de Sonhos

Informações para imprensa:
Patrícia Ribeiro – 011 98080-4406 / imprensa@weducation.com.br
Ivo Chicuta – 011 98719-8478 / ivochicuta@gmail.com 

RÉCITA DE POESIAS

Em homenagem aos vinte anos de carreira da admirável artista moçambicana Sónia Sultuane, vou interpretar uma seleção de poesias do seu livro Roda das Encarnações, da série Vozes da África, em formato de leitura dramática. A poeta Sónia Sultuane nos emociona ao revelar suas impressões mais profundas, como mulher, mãe, poeta e trabalhadora. Os poemas nos levam por um universo sensorial e místico em que as vivências espiritual e terrena se misturam, numa viagem por Moçambique, pela Índia e pelo interior vivo e profundo da poeta.
O evento virtual, acontecerá na quinta-feira, dia 29, em directo pelo Facebook do CCBM às 16h30.
Patrocínio: WaterFront Maputo
Realização: CCBM – Centro Cultural Brasil Moçambique.

https://www.opais.co.mz/expedito-araujo-faz-uma-ode-a-sonia-sultuane/

Dia 23 de junho, às 22h45 de Moçambique, terá lugar a 9ª sessão da 2ª edição da iniciativa “Ler Olhos nos Olhos”, organizada pelo Município de Oeiras (Portugal) e pela The Book Company.Conversas com escritores que são transmitidas em direto (streaming), a partir da página oficial do facebook do Camões – Centro Cultural Português em Maputo, parceiro deste projeto.

#thebookcompany#literatura#camoesmaputo#camoesmaputoemcasa

#lerolhosnosolhos#municipiodeoeiras#linguaportuguesa#soniasultuane

EXPOSIÇÃO INDIVIDUAL “O LUGAR DAS ILHAS”

Curadoria: Alda Costa

08 de Junho / 07 de Agosto – Centro Cultural Brasil-Moçambique

A exposição O Lugar das Ilhas, surgiu a partir das suas visitas recentes à Ilha de Moçambique. Um lugar da infância revisitado, associado a memórias, talvez adormecidas, talvez apenas à espera de serem ativadas, diferente dos lugares das suas próprias experiências de viagem, um lugar que ganhou contornos imaginários e que foi transformado em realidade a partir do que viu e sentiu. Não utilizou, desta vez, a escultura, a fotografia ou o aglomerado de madeira. Recorreu à capulana, em si mesma um objeto real, quase um readymade, traje de todos os dias e também de cerimónias, de que se apropriou, e em cuja superfície integrou, colando, um sem número de elementos e pequenos mosaicos para criar outras formas de representação desse lugar revisitado. A partir do objeto capulana, apropriado e recriado, refere-se, nas diferentes séries apresentadas, ao passado e à arquitetura da Ilha, às portas e janelas (nem os arquitetos foram capazes de lhes resistir) simbólicas que se abrem para criar novas relações entre nós, os sujeitos, e os espaços, para falar das diferentes culturas presentes, contar histórias, estimular a nossa imaginação, para refletir e questionar o que conhecemos e o que nos rodeia. Para nos convidar a dizer “aquilo que se vê” e a ver “aquilo que se vê”. E é isso que importa, e a delicadeza do labor, não a simplicidade dos materiais usados ou o suporte encontrado para chegar à linguagem escolhida para comunicar connosco. Tão pouco a originalidade, autenticidade ou autoria, assuntos desde há muito desafiados por quem se interroga e questiona, no seu trabalho, a natureza e a própria definição de arte. Alda CostaFevereiro de 2021Sónia Sultuane, nasceu em Maputo, aos 4 de Março de 1971. É poeta e artista plástica auto didática. Como escritora têm várias obras publicadas, com destaque para a sua última publicação em 2021 o seu livro Walking Words – Palavras que andam. Faz parte das das seguintes antologias: Antologia Universal Lusófona 2015 e 2016 “Rio dos Bons Sinais” CEMD Edições, Lisboa; Antologia “Zalala” 2015. CEMD Edições, Lisboa; A Antologia dos “Silêncios que Cantamos” Poesia Moçambicana, Janeiro 2014,CEMD Edições, Lisboa; Antologia “Poesia Sempre” publicada pelo Ministério da Cultura do Brasil, em 2006; Nunca mais é sábado e Antologia de Poesia Moçambicana (2003) da autoria do escritor Nelson Saúte, publicada pelo Dom Quixote, em Portugal. #CCBMEmCasa#usoobrigatoriodemascara#SóniaSultuaneFonte: CCBM – Centro Cultural Brasil Moçambique

Já está disponível o meu livro “Palavras que andam”, na sua versão digital e bilíngue, através do Kindle Amazon. O livro está disponível através do link: http://bit.ly/walkingwords_soniasultuane

Hoje, passam-se exactamente 20 anos, depois da vinda a público da minha primeira obra literária; “Sonhos”. No dia 03 de Março de 2001 lançava, nas instalações da Associação de Escritores Moçambicanos (AEMO) o primeiro livro de poesia, que, contou com a presença de amigos, colegas e familiares. No link abaixo, partilho o excerto do vídeo transmitido pela Televisão de Moçambique, com intervenção da escritora Ana Mafalda Leite e do declamador Jaime Santos.Vídeo disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=w89aUR69CyAsoniasultuane.com#Poesia#20anos#literatura#Moçambique#Livros#Maputo

Já está disponível o meu livro “Palavras que andam”, na sua versão digital e bilíngue, através do Kindle Amazon. Este livro é um convite a uma viagem deslumbrante. Nele mostro como é que a arte ajuda-me a materializar o meu pensamento, a minha imaginação, os meus sentidos e sentimentos. Nesta obra, partilho quase vinte anos de trabalho nas artes plásticas e na literatura. Reflicto sobre o processo criativo, as afinidades, semelhanças, metodologias que utilizo, e também sobre a fusão entre a poesia e arte plástica, com particular destaque para o projecto Walking Words. Pela primeira vez, partilho numa só publicação, o conjunto do meu trabalho artístico e também a visão de outros sobre o mesmo. O livro está disponível através do link: http://bit.ly/walkingwords_soniasultuane

Mesmo que não tenha sido entregue num palco ou numa cerimónia oficial devido ao COVID, foi e é recebido por mim aqui em Moçambique com o mesmo respeito e o valor que a distinção representa. Muito obrigada a África is more. pela homenagem e pelo reconhecimento do meu trabalho em África e principalmente em Moçambique. Kanimambo.

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Poeta, escritora, artista plástica, cronista e curadora.

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